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  • Foto do escritorVictória Conceição

Você plagia a sua IA?


Créditos da foto: a imagem foi gerada pela plataforma Midjourney, que usa inteligência artificial para gerar imagens a partir de descrições em texto, e foi elaborada pelo artista digital Pablo Xavier


Se pudéssemos viajar no tempo e mostrar a tecnologia atual aos nossos antepassados, é provável que eles mal acreditassem no que veem. Se pararmos para refletir, é verdadeiramente algo surreal. A humanidade alcançou um nível de expertise tal que agora pode criar ferramentas para facilitar ou até mesmo realizar completamente o seu trabalho.


Estamos imersos na era da inteligência virtual. Plataformas, aplicativos e softwares proporcionam um caminho muito mais curto quando precisamos cumprir uma tarefa. No entanto, quando se trata de conteúdo, até que ponto você permite que a máquina crie para você? O material é verdadeiramente seu, aprimorado pela IA, ou é apenas uma cópia?


Utilidade e benefícios de criar conteúdo a partir da IA


Uma coisa é certa: a inteligência artificial revolucionou a maneira como produzimos, oferecendo uma abordagem eficiente para atender à procura crescente por informações e entretenimento. Do ponto de vista de performance, a utilização da IA oferece uma série de benefícios inegáveis.


Primeiramente, a IA permite uma produção mais rápida e ágil. É possível criar textos, vídeos, e até mesmo música em uma fração do tempo que levaria manualmente. Isso não apenas aumenta a produtividade, mas também possibilita uma resposta mais rápida às tendências e demandas do mercado.


Além disso, a IA pode aprimorar a qualidade do que está sendo produzido. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados e aprender com padrões.


Riscos e debates


No entanto, apesar dos benefícios, é crucial reconhecer os riscos de uma utilização indiscriminada e sem personalização. Um dos principais desafios é a falta de originalidade e autenticidade. Quando o material é gerado automaticamente sem considerar o contexto ou a voz da marca, corre-se o risco de diluir a identidade e alienar a audiência.


Muito se debate sobre essa autenticidade. O envolvimento da IA tem sido tão significativo que todas as áreas que requerem de processos criativos foram levados à reflexão. 


No ano passado (2023), roteiristas americanos de cinema, TV e streaming entraram em greve e uma de suas queixas era a substituição de sua mão de obra pela inteligência artificial. Para os produtores das obras audiovisuais, isso era muito vantajoso, afinal, o custo seria significativamente mais baixo. No entanto, a grande discussão também girava em torno da autenticidade desses roteiros, já que a IA se baseia no que já existe. Muitos alegavam que as histórias seriam genéricas.


O que os estudos dizem




Segundo o estudo realizado por @Neil Patel, um dos principais influenciadores do mundo no que diz respeito ao marketing online, o conteúdo humano tem mais relevância e gera mais resultado que o gerado por IA. No gráfico acima é possível perceber que no decorrer dos cinco meses analisados, o conteúdo feito pela tecnologia teve crescimento baixo e inconstante, já o humanizado escalou significativamente.


Conclusão


É fundamental compreender que a IA opera com base em padrões e dados existentes, o que pode resultar em algo que carece de #originalidade e #autenticidade. Para mitigar esse problema, é crucial incorporar elementos #humanos no processo de #criação. Isso inclui fornecer, a partir de experiências e estudos, orientações específicas sobre a marca, seu público e suas metas de marketing.


Além disso, vale utilizar a IA como uma ferramenta complementar, e não como uma substituta completa para a criatividade humana. Os profissionais de marketing devem trabalhar em conjunto com a IA, aproveitando sua capacidade de análise de dados e geração de insights, enquanto mantêm o controle sobre a #estratégia geral e o tom de #comunicação.



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1 Comment

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Guest
Jun 18
Rated 5 out of 5 stars.

Nunca havia pensado no conteúdo da IA dessa maneira...

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